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BLOG DE RECIFE — PERNAMBUCO — BRASIL

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A HISTÓRIA DAS MÁQUINAS DE MOVIMENTO PERPÉTUO (LINKS INTERESSANTÍSSIMOS)

VARIAÇÃO DA RODA DESEQUILIBRADA GIF ENCONTRADO NO SITE: http://www.e-farsas.com/video-mostra-maquinas-que-nao-gastam-energia-mot...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

HUMOR: CACHORRO PULA DO CARRO EM MOVIMENTO.


VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=o870Y6f6Nzo

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Evig Natt - Darkland


VÍDEO DO YOTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=UqlxLO71qwk

O que falta para uma câmera atingir a precisão do olho humano?

Será que as câmeras podem chegar ao poder dos olhos? Saiba o que falta para isso e admire-se com o que sua visão pode fazer.
Por Renan Hamann





Muitos mamíferos levam vários dias até que consigam enxergar o mundo exterior, pois é difícil adaptar os olhos à luminosidade após longos períodos de incubação no ventre materno. Nós não somos diferentes, abrir os olhos não é a primeira ação que realizamos ao nascer. Mas depois que eles são abertos pela primeira vez, passamos toda a vida descobrindo novas formas e cores.

A visão nos permite experiências e sensações incríveis. E é por isso que surgiram as câmeras fotográficas, porque as pessoas queriam compartilhar experiências com outras, fosse um jantar, uma reunião de família ou um casamento. O mesmo que ocorreu com as pinturas, que surgiram para eternizar momentos, em tempos que a fotografia não existia nem em sonhos.
Com o passar do tempo, as câmeras fotográficas evoluíram e, a cada nova geração,
os aparelhos conseguem resultados mais parecidos com o que enxergamos realmente. Mas será que algum dia as câmeras poderão capturar imagens tão perfeitas quanto as que enxergamos a olho nu? Afinal, o que falta para que as câmeras fiquem tão boas quanto os olhos?

De ponta-cabeça


Você sabia que as imagens chegam de cabeça para baixo na sua retina? Isso acontece porque a luz é invertida nas lentes dos seus olhos. Para que ninguém se perca, as imagens passam pelo nervo ótico e são invertidas novamente, já no cérebro. Com as câmeras o mesmo processo é realizado, mas a inversão é feita de dois modos distintos.




Fonte da imagem: Erin Silversmith
O primeiro deles é realizado antes de as fotos serem batidas. Como você pode observar no infográfico, existe um espelho retrátil na frente do sensor de imagens. A luz passa pelas lentes e chega até este espelho, onde é refletida para um prisma e é mostrada da maneira correta no visor da câmera.
Quando o fotógrafo aciona o disparador, este espelho é levantado e a luz – que não sofre mais desvios – é direcionada para o sensor ou filme. No sensor, ela chega de cabeça para baixo, então um chip conversor realiza a inversão e no visor LCD, ou no computador, a fotografia estará da maneira correta.

Quantos megapixels você enxerga?

Quando as câmeras digitais chegaram ao mercado, modelos com 2 ou 3 megapixels de resolução eram mais do que suficientes para os consumidores, pois ainda não eram compreendidos os outros fatores necessários para a captura de imagens com qualidade. Megapixels são referentes apenas ao tamanho das imagens geradas.
Hoje já existem câmeras com cerca de 12 megapixels de resolução máxima. Isso representa imagens com 4200 x 2690 pixels, maiores do que os padrões Full HD para vídeos. Agora imagine quantas fotografias você conseguiria enxergar de uma só vez, caso colocasse várias em uma parede gigantesca.





Você sabe quantos megapixels consegue enxergar? Nas câmeras digitais existem os photosites, cada um deles responsável por um ponto das imagens (pixel). Nos olhos o photosite é substituído por cones e bastonetes, sendo que possuímos cerca de 576 milhões deles em nossos olhos. Ou seja, são 576 milhões de pontos luminosos por vez, ou 576 megapixels.Mas a visão humana é ainda mais avançada, pois além da captura superior, também possuímos um sistema interno de interpolação das imagens. Interpolação é um processo utilizado por programas de edição de imagens para aumentar artificialmente a resolução das imagens capturadas.
Com a interpolação sendo feita pelas próprias células oculares, a visão humana amplia os 576 megapixels para deixar as imagens captadas com ainda mais qualidade. Vale dizer que estas resoluções não são influenciadas por miopia, hipermetropia ou astigmatismo, estas condições visuais são referentes ao foco, não às dimensões das imagens.

“Abre o olho, menino! Já é meio-dia!”

Na próxima vez em que sua mãe disser isso para você, não reclame, apenas diga que isso torna tudo ainda mais difícil. Logicamente você precisa de uma explicação para isso, e nós a temos: sempre que mudamos de ambiente, sofremos com a mudança no nível da luminosidade disponível nos dois locais.
Para que nossos olhos não sejam castigados, existe a pupila, que controla quanta luz passará pela íris e chegará à retina. Em ambientes escuros, a pupila é dilatada e mais luz é percebida, o que facilita que enxerguemos, mesmo sem a utilização de luzes artificiais. Quando acontece o contrário, as pupilas são contraídas e menos luz chega à retina, normalizando a luminosidade percebida.
Aberturas de diafragma
Nos filmes e sensores fotográficos, essa capacidade de adaptação a alterações na luminosidade é realizada pelo diafragma, um conjunto de lâminas que podem abrir ou fechar, de acordo com a quantidade de luz que os fotógrafos desejam capturar em suas câmeras.
Quando estiver aberto, o diafragma capta mais luz, do mesmo modo que as pupilas quando dilatadas. Fechado, menos luz chega ao sensor, evitando que a fotografia saia superexposta ou que o filme utilizado seja queimado (o que também poderia acontecer com a retina, caso a pupila não impedisse a entrada de luz).

O ISO dos olhos

A capacidade de captar luz em um filme ou sensor é medida pelo ISO referente a ele. Isso também é relacionado à velocidade da captação. Quanto maior o ISO, maior sua sensibilidade e por isso é necessário menos tempo de exposição para que as imagens fiquem mais bem iluminadas.
Uma pesquisa realizada por Haje Jan Kamps (fotógrafo e jornalista) aponta para números concretos da sensibilidade ocular. Ele afirma que o olho humano trabalha com ISO máximo e mínimo, sendo que este último equivale a um filme ISO 25 e é utilizado em dias bastante claros e ensolarados.
Diferenças no ISO
Mas o que realmente surpreende é o ISO máximo, referente às captações de luz em ambientes muito escuros. Imagine-se em um ambiente com pouca luz, somente a luz da lua. Neste local, você pode enxergar razoavelmente bem e guiar-se sem problemas, mas caso tire uma fotografia, dificilmente algo será identificado posteriormente. Mesmo com flash, é possível que a imagem saia granulada.
Isso acontece porque a sensibilidade ISO dos olhos é muito superior à sensibilidade dos sensores. Kamps afirma que o olho humano é 600 vezes mais sensível do que as câmeras mais modernas, ou seja, se comparado aos tradicionais ISO 100 de alguns filmes, nossa sensibilidade seria similar a ISO 60.000. Apesar deste número altíssimo, só percebemos as diferenças até o ISO 800.

Focar e desfocar

Você se lembra dos clipes da banda ABBA? Em vários deles, as duas vocalistas ficavam em planos diferentes e as câmeras criavam efeitos de focalização bastante inovadores para a época. Quando a cantora da frente estava bastante nítida, a do fundo era desfocada, logo depois o processo era invertido.
Profundidade de campo
Utilizando dois objetos e seus olhos você pode criar o mesmo efeito. Deixe um deles perto dos seus olhos e o outro mais longe. Sempre que você focalizar em um deles, o outro será desfocado. Isso acontece porque, assim como as câmeras, seus olhos também possuem distância focal.
A diferença é que, enquanto as câmeras precisam de ajustes nas lentes (sabe quando os fotógrafos ficam girando as lentes? É isso!), os olhos fazem todos os ajustes automaticamente. O processo é tão veloz que nem chegamos a perceber.

Fotografia Macro

Se você tem miopia, as imagens são formadas antes de chegar à sua retina. Isso faz com que os objetos que estão longe fiquem desfocados e os que estão mais próximos continuem nítidos. Conhece algo assim na fotografia? Acertou quem se lembrou das fotos em Macro, pois elas são capturadas em um processo bastante similar.
Neste tipo de fotografia, as lentes são modificadas para que a distância focal seja muito curta. Assim, apenas o que está próximo às lentes é enviado ao sensor da maneira correta. Os elementos mais distantes são desfocados, como se o fotógrafo pudesse aplicar o desfoque gaussiano em tempo real nas imagens capturadas.
Fotografia Macro
Fonte das imagens: Ana Nemes
Mas há outro elemento que também é essencial para estes momentos: a profundidade de campo. Referente à abertura do diafragma, a profundidade de campo também pode ser identificada nos olhos humanos, sendo relacionada à íris.
Quando o diafragma é aberto, a profundidade do campo diminui. Então, somente o que está próximo às lentes é capturado com foco otimizado (Macrofotografia). Já quando o diafragma é fechado, a profundidade de campo é aumentada e as câmeras capturam distâncias mais longas com a mesma focalização.

Você também pode fazer isso

Você pode fazer uma experiência aí mesmo na sua casa. Deixando um objeto próximo a seus olhos, você pode perceber que a focalização deste objeto resulta no desfoque de todos os outros elementos que estiverem no mesmo cômodo. Para que o que está próximo possa ser visto com mais nitidez, a sua pupila é dilatada, assim como acontece com o diafragma das câmeras.
É possível controlar sua visão
Agora deixe este objeto de lado e olhe para fora por sua janela. Busque um carro estacionado há vários metros e veja como o foco nele não é dos melhores. Com uma câmera, seria preciso fechar o diafragma para focalizá-lo, então para realizar algo similar com os olhos, você pode contrair os olhos. Deste modo a profundidade de campo é aumentada e os objetos mais longínquos podem ser vistos com mais clareza.

Distância mínima focal

Tirar fotos muito próximas não é algo possível (mesmo com as melhores lentes Macro), pois existe uma distância mínima compreendida pelas lentes, da mesma maneira que acontece com os olhos. Se não concorda com isso, coloque um papel com texto muito próximo a seu rosto.
Só será possível ler o texto quando o papel estiver a uma certa distância, conhecida como (a recém-citada) distância mínima focal. À medida que envelhecemos, o cristalino do olho (uma das lentes internas) começa a perder a elasticidade e a distância mínima focal aumenta. É por isso que algumas pessoas idosas precisam afastar muito os textos para que consigam ler.
O segredo está nas lentes
Existe uma forma de tirar fotografias aumentando a profundidade de campo e criando uma distância focal que não existe. Para isso é necessário usar uma lente grande angular, que aumenta o ângulo alcance da câmera e permite a captação de imagens maiores em espaços pequenos sem distorcê-las.

Em que a câmera é superior?

Até agora nós vimos uma série de pontos positivos que os olhos apresentam e que as câmeras ainda não conseguem imitar totalmente. Mas será que não há nenhum ponto em que os aparelhos superam os globos oculares? Na verdade existem alguns, mas o cérebro é um processador muito superior a qualquer outro, por isso não chegamos a percebê-los.
É o caso do ponto cego ocular. Há locais das imagens que nossos olhos não conseguem captar, pois são formados em um local onde não existem células receptoras de luz, exatamente onde o nervo ótico encontra a retina. Como dissemos, o cérebro possui uma capacidade de processamento muito grande, isso resulta no preenchimento do ponto cego em tempo real.
As câmeras não contam com um processador tão bom, mas também não precisam nesse caso. Como o sensor de imagens é um item único, as capturas são únicas, não resultando em pontos que não podem ser armazenados nas fotografias.
Quanto mais claro, menor deve ser o ISO.
Outro ponto importante é a questão do armazenamento. Por mais que algumas pessoas consigam guardar muitas lembranças visuais em suas memórias, as fotografias superam o ser humano nesse ponto. Além da possibilidade de mostrar locais e experiências para os amigos, existe a questão da recordação tangível.
Quando visitamos alguma nova cidade, muito do que nos lembramos dos locais são mistos de memória real com imaginação. As fotografias são (salvo casos em que existe edição e montagem) relatos fiéis do que aconteceu em determinado momento. Em um resumo, enquanto as câmeras tiram foto, os olhos apenas transmitem vídeo por streaming para o cérebro (e pontos importantes ficam armazenados em cache).
.....
Como vimos, ainda há muito para ser melhorado nas câmeras, até que elas fiquem tão poderosas quanto o olho humano. A capacidade e velocidade do olho em adaptar-se a novos ambientes (em questões de luminosidade) é muito superior aos mesmos atributos relacionados aos eletrônicos.
Pronto para fotografar?
Quanto à sensibilidade de luz, também está bastante certo que o ISO dos olhos é maior. Os sensores e filmes precisam ser melhorados para chegarem mais perto do olho humano, mas é difícil que seja possível encontrar maneiras de simular a visão humana com perfeição. Pelo menos em um futuro próximo.
Também é preciso lembrar que o olho humano enxerga imagens em três dimensões, algo que ainda é muito primitivo nas câmeras fotográficas. E você, acha que as câmeras poderão se equiparar aos olhos algum dia? Deixe um comentário para contar ao Baixaki o que pensa sobre o assunto.
Infográfico por Diogo Saito Takeuchi

MATÉRIA COLETADA DO LINK:
http://www.tecmundo.com.br/8894-o-que-falta-para-uma-camera-atingir-a-precisao-do-olho-humano-.htm

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Os 7 mais bizarros sacos de dormir

1. Modelo anatômico

2. O ataque do tubarão

3. Dormindo no urso

4. Descanse em paz

5. Adão e Eva

6. Cadáver

7. Tauntaun

Fonte: Urban Titan

MATÉRIA COLETADA DO LINK: http://www.universo42.com/bizarrices/7-mais-bizarros-sacos-de-dormir/

FOTOS DA ILHA DE ITAMARACÁ — PERNAMBUCO — BRASIL.

A ILHA DE ITAMARACÁ É O LOCAL ONDE EU, (JARLILSON RICARDO) O AUTOR, FUI BUSCAR INSPIRAÇÃO PARA ESCREVER O PRIMEIRO LIVRO DA SAGA (U1) UNIVERSO 1. NA VIDA REAL, A ILHA DE ITAMARACÁ É UM LOCAL PARADISÍACO E QUE EU CONSIDERO UM DOS MEUS LOCAIS FAVORITOS PARA DESCANSO E DE BELEZA PARA OS MEUS OLHOS (MEUS PARENTES TEM UMA CASA LÁ). NO LIVRO, EU TRANSFORMEI A ILHA NUM LOCAL ATERRORIZANTE E SOMBRIO, PRINCIPALMENTE A PEDRA DO ANEL E A LOCALIDADE DE VILA VELHA, QUE, POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, ESTES LOCAIS EXISTEM MESMO, SÓ QUE NO ENREDO DA HISTÓRIA EU OS DEIXEI BASTANTE SOMBRIOS E ATERRORIZANTES, COM MISTÉRIOS PAVOROSOS EMANANDO POR TODAS AS LOCALIDADES ENIGMÁTICAS QUE SE ENCONTRAM NO LIVRO (U1) . NA VERDADE, EU COMECEI A TER A IDEIA DA SAGA (U1) JÁ FAZ UM BOM TEMPO, E, TIVE ESTA IDEIA BEM NA PEDRA DO ANEL, AO PASSAR UMA VEZ POR DENTRO DELA (PELO FURO QUE ELA APRESENTA NO CENTRO) E COMEÇAR A PENSAR EM VIAGENS INTERDIMENSIONAIS (REALMENTE, CONSIDERO A PEDRA DO ANEL UM LOCAL COM UM AR BASTANTE MÍSTICO ATÉ HOJE, TODA SANTA VEZ QUE A VEJO). SEGUEM AGORA ALGUMAS FOTOS DE MINHA AUTORIA E OUTRAS, ATENÇÃO OK GENTE, OUTRAS, NÃO SÃO DE MINHA AUTORIA E DEIXO BEM CLARO ISTO AQUI, POIS, ESTAS OUTRAS FOTOS SEM SER DE MINHA AUTORIA FORAM ENCONTRADAS POR MIM, AO VASCULHAR A INTERNET, E SÃO AMPLAMENTE DIVULGADAS EM VÁRIOS SITES E BLOGS.

ESTA FOTO A SEGUIR É DE MINHA AUTORIA (DÁ DÉCADA DE 80), PRAIA DE JAGUARIBE (OU PRAIA DO PONTAL) — ILHA DE ITAMARACÁ — PERNAMBUCO — BRASIL.

















OUTRA FOTO DE MINHA AUTORIA, TAMBÉM DA DÉCADA DE 80 (PRAIA DO PILAR AO PÔR DO SOL) — ILHA DE ITAMARACÁ — PERNAMBUCO — BRASIL.

















OUTRA FOTO DE MINHA AUTORIA (TAMBÉM DA PRAIA DO PILAR).
ATENÇÃO: A CRUZ QUE SE PODE OBSERVAR DENTRO DO MAR, NÃO EXISTE MAIS, E ERA CHAMADA DE CRUZEIRO, UM LOCAL ONDE SE REALIZAVAM CASAMENTOS MARÍTIMOS ANTIGAMENTE.











ESTA FOTO A SEGUIR NÃO É DE MINHA AUTORIA (FOI ENCONTRADA POR MIM NA INTERNET) — ILHOTA DA COROA DO AVIÃO (ILHA DE ITAMARACÁ — PERNAMBUCO — BRASIL). (A ILHOTA DA COROA DO AVIÃO TAMBÉM FAZ PARTE DO ENREDO DO LIVRO 1 DA SAGA (U1) UNIVERSO 1.















ESTA FOTO A SEGUIR (NÃO É DE MINHA AUTORIA) É DA PEDRA DO ANEL — ILHA DE ITAMARACÁ — PERNAMBUCO (FOTO AMPLAMENTE DIVULGADA NA INTERNET EM VÁRIOS SITES E BLOGS). (PELO QUE EU PESQUISEI, ESTA FOTO É DE UMA MULHER LINDA, COM O PERFIL NO FOTOLOG, O NICK DELA É: pik_inin_usk_ula (eu não consegui entrar em contato com ela para elogiar esta foto; espero que ela autorize um dia, porque, por aqui comigo, só elogios para esta bela foto da Pedra do Anel) .

















PEDRA DO ANEL VISTA AO LONGE (ESTA FOTO NÃO É DE MINHA AUTORIA E PODE SER ENCONTRADA EM VÁRIOS SITES E BLOGS).
























segunda-feira, 1 de agosto de 2011

CURIOSIDADES: "RODA COLORIDA QUE CEGA": A MELHOR ILUSÃO DE 2011.

VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=IjMVsTFVX10&feature=player_embedded


A ilusão acima é a vencedora deste ano do concurso de Melhor Ilusão, realizado em Naples, Flórida, EUA. Ela foi criada por Jordan Suchow e George Alvarez, da Universidade de Harvard, EUA, e sua proposta é afetar o modo como percebemos as mudanças de cor.

Enquanto você vê a animação acima, fixe os olhos no ponto branco do centro. Quando os círculos ao redor estão parados, você notará que os pontos coloridos mudam de cor. Mas, conforme a roda gira, os pontos parecem mudar de cor com menos frequência ou parecem não mudar de cor. Só que, na realidade, as cores estão mudando no mesmo ritmo.

Seus criadores acreditam que o fenômeno, denominado “cegueira de mudança”, ocorre porque áreas cerebrais específicas monitoram locais diferentes de nosso campo visual. Quando um objeto se move rápido demais, os detectores locais não têm muito tempo para registrar as mudanças de cor que podem passar despercebidas.

Tal truque não funciona só com cores. Uma outra versão da ilusão mostra como as variações de movimento podem mascarar em forma e tom também.[NewScientist]


MATÉRIA TOTALMENTE COLETADA NO LINK: http://hypescience.com/%E2%80%9Croda-colorida-que-cega%E2%80%9D-a-melhor-ilusao-de-2011/