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U1 BOOK TRAILER

LEIA AQUI MESMO NO BLOG, E AGORA, AS PRIMEIRAS PÁGINAS DO LIVRO (U1) UNIVERSO 1:

BLOG DE RECIFE — PERNAMBUCO — BRASIL

BLOG DE RECIFE — PERNAMBUCO — BRASIL

Postagem em destaque

A HISTÓRIA DAS MÁQUINAS DE MOVIMENTO PERPÉTUO (LINKS INTERESSANTÍSSIMOS)

VARIAÇÃO DA RODA DESEQUILIBRADA GIF ENCONTRADO NO SITE: http://www.e-farsas.com/video-mostra-maquinas-que-nao-gastam-energia-mot...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

NOME DOS CAPÍTULOS DO MEU LIVRO (U1) UNIVERSO 1 — A ATERRORIZANTE E SOMBRIA SAGA DOS INOCENTES ENGANADOS PELO MAIOR DE TODOS OS SEGREDOS DA ESCURIDÃO.

GALERA, EM PRIMEIRA MÃO AQUI NO MEU BLOG E NO SITE "EUAUTOR", O NOME DOS CAPÍTULOS DESTE MEU PRIMEIRO LIVRO DA SAGA.




(((TODOS OS DIREITOS RESERVADOS — LEI DOS DIREITOS AUTORAIS))).


CAPÍTULO 1

O espaço-tempo presente e o terror em sua superficialidade.

CAPÍTULO 2

A origem das primeiras florestas de sangue e os pavorosos labirintos da escuridão.

PARTE 1: Aprendizes versus portais.

SUBPARTE 1.1: Jornada rumo ao desconhecido.

SUBPARTE 1.2: A busca do domínio do portal escuro.

SUBPARTE 1.3: Prelúdio do desespero: Submergindo em companhia do medo.

SUBPARTE 1.4: Filhos do inferno em um acalentoso lar.

SUBPARTE 1.5: A batalha dos anjos amaldiçoados.

SUBPARTE 1.6: Morte e vida sob fogo.

SUBPARTE 1.7: O mistério dos desaparecimentos.

PARTE 2: Estamos realmente já prontos?... Ou só grandiosamente iludidos?

SUBPARTE 2.1: Renovações e memórias de momentos atormentadores.


ROCK PORRADA: NAPALM DEATH (DO ÁLBUM SCUM) — INSTINCT OF SURVIVAL.

NA MINHA OPINIÃO ESTE É O MELHOR ÁLBUM DO NAPALM: SCUM.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

MISTÉRIOS DO MUNDO: O POLTERGEIST DE ENFIELD.

ESTE É UM DOS CASOS SOBRENATURAIS MAIS DOCUMENTADOS DE TODOS OS TEMPOS.

transe


No ano de 1977, a família Harper vivia em Enfield na Inglaterra, mas a partir do mês de agosto coisas estranhas fizeram com que a vida de Peggy e seus quatro filhos se transformasse em um filme de terror.

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Em todos os locais da casa objetos voavam, pegavam fogo, ouviam-se barulhos e gemidos misteriosos, vindos de lugares onde nada poderia gera-los. Contudo a parte mais estranha desses acontecimentos misteriosos atingiu a pequena Janet, uma garota de 12 anos que de um dia para o outro começou a entrar em transes, falar com uma voz demoníaca e ainda levitar pela casa, como se isso fosse algo comum.

Conforme essas situações ocorriam, a fama do caso foi se espalhando e assim diversos médiuns foram até a casa para tentar explicar o que e por que aquilo estavaA casa da família Hodgson em Enfield, Norte de Londres-epicentro da atividade paranormalacontecendo com aquela família. Contudo o mais interessante é que alguns fotógrafos também conseguiram acesso ao local, dessa maneira eles instalaram câmeras que tiravam fotos de maneira automática, o que gerou um grande registro fotográfico, tornando esse um dos casos paranormais mais bem documentados do mundo.

Com todas essas pessoas como testemunhas, além de fotos e algumas gravações em áudio de momentos em que Janet estava em transe, foi tentado por pesquisadores provar a existência da paranormalidade, porém isso não aconteceu. Mas mesmo assim, as imagens e o vídeo abaixo nos fazem pensar bastante sobre isso:

1 – Mostra a garota deitada e uma almofada que havia caído da cama sozinha e flutuando pelo chão

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2 – Na sequência a coberta que cobria Janet levanta sozinha

Possui_02

3 – Em poucos segundos depois a garota levita da cama e fica no ar por algum tempo, o bastante para que a câmera conseguisse capta-la flutuando
Possui_03

Outra imagem da garota flutuando no seu quarto

levita

Imagem que mostra Janet flutuando sobre uma escrivaninha, com apenas uma mão apoiada na mesa

Isolado

Segue um vídeo com algumas imagens e também com o áudio de uma conversa da garota em um momento de transe, pode-se notar que a voz dela soa como se fosse um ser demoníaco:

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VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=51Wt7QA6cc4&feature=player_embedded

Mais um mistério que nos faz pensar: Será que a paranormalidade é real?

ATENÇÃO — MATÉRIA TOTALMENTE COLETADA DO ENDEREÇO: http://minilua.com/maiores-misterios-humanidade-41/


HUMOR: BÊBADO DANÇANDO MICHAEL JACKSON

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VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=mHfNbSVv41I&feature=player_embedded

ANACONDA LUTA COM HOMEM (VÍDEO REAL).

GALERA, MAIS UM DESTES VÍDEOS ESTRANHOS QUE ACHEI NAVEGANDO AQUI NA INTERNET. (PARECE ATÉ QUE EM ALGUNS MOMENTOS ESTE DOIDO AÍ ESTÁ ATIÇANDO A COBRA MESMO E LOUCO PARA QUE ELA SE ENROSQUE NO CORPO DELE, VOCÊS ACHAM ISTO TAMBÉM?) MAS, REALMENTE, É UM VÍDEO QUE ACHEI INTERESSANTE.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

CIVILIZAÇÕES ANTIGAS: OS CELTAS.

Existe uma pergunta que todo historiador ou estudante de história faz: Como um povo tão importante e interessante como os Celtas são geralmente esquecidos ?

Pela inexistência de dados e documentos originais, grande parte da história dos celtas é hipotética. Sabe-se, hoje, que se estendeu por 19 séculos, desde 1800 a.C. — quando, culturalmente, os celtas se individualizaram entre os demais povos indo-europeus — até o século I d.C, época da decadência motivada pela desunião entre suas várias tribos e a invasão romana às terras que ocupavam.
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O período mais brilhante da história celta transcorre, aproximadamente, entre 725 e 480 a.C., na Era de Hallstatt, início da civilização céltica do ferro e, também, da invasão à Europa. Os celtas se instalaram em uma imensa região das atuais repúblicas Tcheca, Eslovaca, Áustria, sul da Alemanha, leste da França e da Espanha, alcançando a Grã-Bretanha. Nesta fase se consolidaram os traços particulares da civilização céltica.

Os Celtas foram o primeiro povo civilizado da Europa. Chegaram neste continente junto com a primeira onda de colonização ainda em 4.000 AC. Destacaram-se dos outros povos que chegaram na mesma época porque acreditavam em uma terra prometida e iam em busca dela. Em 1800 AC já tinham a sua cultura e o território totalmente estabelecidos, isso enquanto os gregos e os romanos nem sonhavam em nascer ( e há quem diga que eles são colônias celtas ).

Ocupavam a região da Alemanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca, França e Inglaterra. Não eram lá muito calmos e pacíficos, para se ter uma idéia do como eram guerreiros, para um menino ser considerado homem tinha de passar por um prova que consistia em sair da cidade onde morava,


sair da sua região, e trazer a cabeça de qualquer pessoa que não fosse Celta. Somente com a cabeça na mão é que se fazia uma tatuagem em seu corpo que dizia que ele agora era homem adulto. ...

Chegaram a desenvolver uma escrita, ela é tão complexa que hoje são poucos os que se atrevem a desvendá-la. A escrita era considerada mágica, e somente os seus sacerdotes é que a aprendiam, estes eram os famosos druídas. Inventaram lendas belíssimas, que estão entre as mais famosas dos dias de hoje, como por exemplo as história do rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda, Tristão e Isolda, além de terem inventado quase todos os contos de fada ( que foram se modificando com o tempo )

Sem dúvida eram um povo com muita ciência unida a muita mística. Têm relatos praticamente inexplicáveis, como o de uma operação de transplante de coração, realizado em 1000 a.C., e o de Navios voadores que soltavam fumaça enquanto desciam e pousavam no meio dos campos da Inglaterra. Utilizaram com muita perfeição o monumento de Stonehenge , o qual dizem que não construíram ... outro mistério entre os tantos que o cercam.

Tinham um estrutura de família bem peculiar, se consideravam animais acreditavam em uma infinidade de deuses e demônios, por sinal, vocês sabiam que os simpáticos duendezinhos com seus potes de ouro são invenção dos Celtas, só que nesta história eles não são nada engraçados, são terrivelmente malvados e sarcásticos.

E numa cultura com tantas lendas, tantos seres malvados, tinham também grandes heróis ... e se espantem, o maior destes heróis era uma mulher, e o seu maior ato heróico era o poder gerar vários filhos por ano, 7 a 8, durante todos os anos. E com heróis querendo vencer demônios, tinham artefatos sagrados muito interessantes, são 4 os que influenciaram praticamente todo o nosso imaginário.

OBS: FOTOS COLETADAS DA INTERNET.
ATENÇÃO — MATÉRIA TOTALMENTE COLETADA DO ENDEREÇO: http://www.historiadomundo.com.br/celta/civilizacao-celta.htm

domingo, 26 de junho de 2011

BIOLOGIA: CRONOBIOLOGIA - RITMO CIRCADIANO.

Nos meus tempos de início na universidade, lembro-me de uma pergunta que eu fiz, ainda como leigo sobre o assunto, ao professor de Ecologia. Era uma pergunta sobre o que era "CRONOBIOLOGIA", pois vi este nome recentemente (na época). Eu imaginava (raciocinando só pelo nome) que tinha tudo a ver com tipo de cronometragem do tempo de vida que um organismo tem para permanecer vivo, rss. Estava errado e de maneira cabeluda, kkkk. Entendam agora com este interessante artigo que eu achei numa dessas minhas vasculhadas que eu costumo fazer pela internet:

Conhecendo o assunto

A cronobiologia surgiu no Cold Spring Harbor Symposium of Quantitative Biology – Biological Clocks, 1960, quando os principais conceitos e métodos da cronobiologia foram definidos.

A cronobiologia estuda os ritmos biológicos. Quando estes ritmos seguem um ciclo de aproximadamente 24 horas, chamam-se circadianos (do latim, circa = por volta de e diem = dia).
A temperatura corpórea, a liberação do cortisol, as variações do ritmo cardíaco e da pressão arterial, são exemplos de ritmo circadiano.

Quando há distúrbios do ciclo circadiano, ocorrem diversas alterações, como déficit de atenção, concentração e performace no trabalho e exigências sociais.Atualmente entendemos por que uma pessoa tem melhor desempenho no período da manhã e outra no período da tarde.

Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a luz.

A cronobiologia tem contribuído para o estudo do desenvolvimento psicomotor, na relação entre a ritmicidade circadiana e a função cognitiva, nas desordens do humor, nas alterações do ciclo sono-vigilia, sendo um dos motivos da insônia, e estudos comportamentais em trabalhadores noturnos ou em turnos alternantes.

A cronobiologia em sido vista em várias linhas de estudo.
1. Área molecular – identificação dos mecanismos moleculares e dos vários genes que contribuem para o controle da expressão da ritmicidade circadiana.
2. Área da fisiologia – identificação dos principais mecanismos biológicos influenciados pela luz.
3. Área da psicologia – identificação da importância da ritmicidade biológica nas funções cognitivas (aprendizagem e memória).
4. Área da medicina – na caracterização, tanto no diagnóstico quanto no tratamento de distúrbios da ritmicidade e as doenças relacionadas.
5. Área da saúde pública – identificação da influência e conseqüências do trabalho noturno ou em turnos alternantes.

Cronopatologia – estuda o efeito do ciclo circadiano na saúde e sua relação com as doenças.
Têm-se os menores níveis tensionais às 3:00 hs da madrugada e máxima mitose epidérmica à meia-noite; a asma é pior às 4:00 h da madrugada, enquanto as doenças cerebrais e cardiovasculares têm predomínio pela manhã.

Cronofarmacologia – estuda a variabilidade circadiana da eficácia e toxicidade dos diversos tratamentos farmacológicos.
P. ex. a melhor eficácia do diltiazem se dá quando administrado a noite, e o máximo efeito anticoagulante entre 4:00 e 8:00 hs da manhã.

Referência:

http://www.crono.icb.usp.br/

http://www.chronobiology.ch/



ATENÇÃO — MATÉRIA COLETADA NO LINK: http://www.medicinageriatrica.com.br/2007/01/09/cronobiologia/

MISTÉRIOS DO MUNDO: O MISTÉRIO DE DYATLOV PASS.





O Dyatlov Pass foi um incidente ocorrido na montanha dos Urais, na noite de 02 de fevereiro de 1959, onde nove viajantes morreram, ainda de forma inexplicável.

Reconstrução

O grupo era composto inicialmente de 10 pessoas: Igor Dyatlov, o líder do grupo, Zinaida Kolmogorova, Lyudmila Bexter, Alexander Kolevatov, Rustem Slobodin, Yuri Krivonischenko, Yuri Doroshenko, Nicolai Thibeaux-Brignolle, Alexander Zolotarev e Yuri Yudin, porém este último teria desistido e retornado por motivos de saúde.
O objetivo era chegar ao monte Oterten à 10 km do local do incidente, mas por conta de uma tempestade de neve o grupo teve de acampar.
Em 31 de janeiro, o grupo chegou à beira de uma área de montanha e começou a se preparar para a escalada, em um vale arborizado onde construíram um armazenamento de alimentos e equipamentos que seriam utilizados para a viagem de volta. No dia seguinte (1 de fevereiro), os caminhantes começaram a mover-se através da passagem. Parece que eles planejaram acabar com o passeio e fazer acampamento para a noite seguinte, mas por causa da piora das condições meteorológicas, tempestade de neve e a baixa visibilidade, eles perderam a direção e acabaram desviando a oeste, em direção ao topo da montanha Kholat Syakhl. Quando eles perceberam o erro, o grupo decidiu parar e montar acampamento lá na encosta da montanha.
A Busca
O lider do grupo Dyatlov havia combinado com seu clube que o grupo retornaria a Vizhai no mais tardar no dia 12 de fevereiro, mas quando esta data passou e nem uma mensagem foi emitida os familiares do grupo exigiram uma operação de resgate.
O primeiro grupo de resgate foi enviado no dia 20 de fevereiro e era composto por professores e estudantes. No dia 26 de fevereiro, os pesquisadores encontraram o acampamento abandonado na montanha Kholat Syakhl. A tenda foi seriamente danificada. Uma cadeia de pegadas podiam ser seguidas, levando para baixo para a borda da floresta, mas depois de 500 metros as pegadas ficaram cobertas pela neve. Na borda da floresta, sob um grande e velho pinheiro, os pesquisadores encontraram os restos de um incêndio, junto com os dois primeiros corpos, os de Krivonischenko e Doroshenko, descalço e vestido apenas com suas roupas íntimas. Entre os pinheiros e no campo os pesquisadores encontraram mais três cadáveres: Dyatlov, Kolmogorova e Slobodin, que morreram em poses sugerindo que eles estavam tentando voltar para o acampamento. Estes três foram encontrados separadamente nas distâncias de 300, 480 e 630 metros do pinheiro.
Os quatro últimos corpos só foram encontrados em 4 de maio, cobertos com quase quatro metros de neve.
A investigação
Um inquérito judicial foi aberto e a partir dos cinco primeiros corpos a polícia apontava como causa da morte a hipotermia (apesar de um dos corpos apresentar um ferimento no crânio isso não determinou a causa da morte), tese esta que caiu por terra em maio quando os últimos quatro corpos foram encontrados, estes exibiam sinais claros de algum tipo de violência.
Não estamos falando de facadas ou pauladas; um especialista envolvido na investigação comparou os ferimentos (crânios estraçalhados e tórax esmagado) com o que se vê resultante de um acidente automobilístico. Os corpos não apresentavam NENHUM sinal visível de violência humana, todo o dano era interno, como se tivesse sido causado um alto nível de pressão. Não havia cortes nem arranhões na pele de nenhuma das vítimas. Como se o negócio já não fosse bizarro o bastante, descobriu-se que a língua de uma das mulheres havia sido arrancada.
Nenhum dos corpos se encontrava suficientemente agasalhado. A maioria estava descalça, usando apenas cuecas, ou usando o que pareciam ser tiras de roupas removidas dos que haviam morrido primeiro. A primeira especulação seria de que os povos indígenas Mansi poderiam ter atacado e assassinado o grupo para usurpar suas terras, mas a investigação indica que a natureza de suas mortes não suportam esta tese, visto que só eram visíveis pegadas dos caminhantes, e eles não mostraram qualquer alteração.
Há evidências de que o time foi forçado a deixar o campo durante a noite, enquanto dormiam. A temperatura era muito baixa (em torno de - 25 ° a - 30 ° C) com uma tempestade de sopro, no entanto os mortos estavam vestidos apenas parcialmente. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros não tinham sapatos ou usavam apenas meias. Alguns foram encontrados embrulhados em recortes de roupas rasgadas, que pareciam ser cortados daqueles que já estavam mortos.
Conclusão do relatório
Seis dos membros do grupo morreram de hipotermia e três de lesões fatais. Não houve indicações de outras pessoas nas proximidades, nem ninguém nas imediações. A barraca tinha sido rasgada de dentro. As vítimas morreram de 6 a 8 horas após a sua última refeição. Traços do acampamento mostraram que todos os membros do grupo (incluindo aqueles que foram encontrados feridos) deixaram o campo por sua própria iniciativa, a pé. Para dissipar a teoria de um ataque dos povos indígenas Mansi, um médico indicou que os ferimentos mortais dos três corpos não poderiam ter sido causados por outro ser humano, porque a força dos golpes foi demasiada forte e não havia tecido sido danificado. Testes de radiação Forense mostraram altas doses de contaminação radioativa na roupa de algumas vítimas.
O veredito final foi que os membros do grupo morreram por causa de uma "força desconhecida convincente". O inquérito foi fechado oficialmente em maio de 1959, devido à "ausência de um culpado". Os arquivos foram enviados para um arquivo secreto, e as fotocópias do processo tornaram-se disponíveis apenas na década de 1990, com algumas peças faltando.
Na visão dos céticos
De acordo com os céticos várias teorias podem ser abordadas, dentre elas: teses militares, que o grupo teria sido atacado por UFOs (extraterrestres) e principalmente teorias que abordam a radioatividade, como os mantos utilizados no camping pois as lanternas contem tório, que emite radiação de partículas alfa, a tal ponto que havia um alerta de radiação na embalagem. Estes mantos, são pequenos sacos de tecido que servem como o pavio de uma lanterna de chamas. Mas nenhuma teoria explica totalmente o ocorrido.

ATENÇÃO — MATÉRIA (ACIMA) TOTALMENTE COLETADA DO ENDEREÇO: http://minilua.com/misterio-dyatlov-pass/







sábado, 25 de junho de 2011

CURIOSIDADES: (TFH) THE FAKING HOAXER (O FALSIFICADOR FRAUDADOR) — O CARA FAZ IMPRESSIONANTES VÍDEOS FALSOS DE OVNIS, FANTASMAS, ETC.

ESTE CARA FAZ VÍDEOS IMPRESSIONANTEMENTE REAIS, TIPO, DE OVNIS, CIDADES SENDO DEVASTADAS, FANTASMAS, ETC. CONFIRAM AQUI NO BLOG DO BIOJARLA TRÊS VÍDEOS IMPRESSIONANTES DELE.

1º) O ÔNIBUS ESPACIAL DISCOVERY SENDO DESTRUÍDO NO VÍDEO DO TFH:

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2) O "AIR FORCE ONE" DERRUBADO PELO TFH:

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3) VÍDEO de OVNIS FALSOS FEITOS POR TFH:

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ATENÇÃO: LINK PARA O CANAL DO TFH NO YOUTUBE — http://www.youtube.com/user/TheFakingHoaxer?blend=3&ob=5


ROCK: OTEP — BLOOD PIGS (QUE MARAVILHA DE VOCAL FEMININO, ESCUTA SÓ!).


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VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=B56J4v8MWPw

ANIMAÇÃO: (((ATENÇÃO! NÃO APROPRIADO PARA CRIANÇAS!))) UMA NOVA VERSÃO MAIS SINISTRA AINDA DO CONTO JOÃO E MARIA.


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VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK: http://www.youtube.com/watch?v=8srEvrF90-s&feature=player_embedded

TECNOLOGIA: JET PACK

MARTIN JETPACK


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VÍDEO DO YOUTUBE NO LINK:
http://www.youtube.com/watch?v=SHPedpE70Es&feature=spotlight

sexta-feira, 24 de junho de 2011

CIÊNCIA: EM BUSCA DA ANTIMATÉRIA.

A antimatéria está sendo estudada em avançados centros de pesquisas e poderá esclarecer alguns grandes mistérios científicos, entre eles, a origem do universo.

Em um depósito, em Genebra, na Suíça, está guardada uma pequena e terrível massa, cuja força explosiva é 100 vezes maior que a do urânio com o qual se preparam as bombas atômicas. Ela é utilizada em experiências mediante as quais se tenta esclarecer alguns grandes mistérios científicos, como, por exemplo, a origem do Universo. É chamada antimatéria e, pelo menos por enquanto, não oferece perigo, por ser usada em quantidades insignificantes. É certo, todavia, que grandes quantidades de antimatéria representarão para a humanidade uma fonte de energia ainda impossível de calcular.

Mas o que é antimatéria? A idéia de que pudesse existir algo assim surgiu no final dos anos 20 e seu pai foi o físico inglês Paul Dirac (1902-1984). Já havia sido divulgada há algum tempo a Teoria da Relatividade, pela qual Albert Einstein ensinou que matéria e energia são intercambiáveis, ou seja, podem se transformar uma na outra. Dirac começou investigando as partículas do átomo, entre elas os elétrons, à luz da Teoria da Relatividade e da Mecânica Quântica (SUPERINTERESSANTE nº 2 e 3). Seu objetivo, sem dúvida ambicioso, era descobrir em um denominador comum a ambas. Nesse trabalho conseguiu desenvolver fórmulas e equações matemáticas que, efetivamente, são úteis tanto no campo da Relatividade quanto no da Mecânica Quântica.

Dirac verificou que uma dessas equações não descrevia apenas o comportamento dos elétrons, como ele esperava, mas também oferecia soluções que não se acomodavam às regras da Física comum. Afinal Dirac descobriu o nó da questão - as partículas com as quais estava trabalhando não eram elétrons normais: sua massa era exatamente a de um elétron comum, mas sua carga elétrica era positiva, em vez de negativa. Parecia, em suma, uma imagem refletida no espelho, um elétron ao contrário. Um antielétron.

As experiências de Dirac eram puramente teóricas. Algum tempo depois o físico norte-americano Carl Anderson, quando fazia experiências com radiação cósmica, conseguiu demonstrar que os antielétrons existiam de fato. Tais partículas receberam, então, o nome de pósitrons - e Anderson, por isso, ganhou um prêmio Nobel em 1936. O passo seguinte foi descobrir que todas as partículas têm sua correspondente antipartícula.

Ou seja, existem os antiprótons, antinêutrons etc. São eles que formam a antimatéria. Atualmente já é possível produzir antipartículas em laboratório, em condições controladas. O Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, produz antiprótons, conservados em campos magnéticos para dedicadas experiências.

As perspectivas são muito estimulantes: hoje tem-se a certeza de que estas antipartículas podem se juntar para formar antiátomos. E é até possível que existam no Universo antiestrelas, antiplanetas - e anti-homens, como explicou o próprio Dirac, no discurso ao receber o prêmio Nobel, em 1933. Para ele, é mera casualidade o fato de que até a Terra tenha sido formada de matéria e não antimatéria, "e é absolutamente possível que ocorra exatamente o contrário com outros corpos celestes". Para fazer uma afirmação tão atrevida Dirac se baseou na profunda simetria da natureza.

Para que se forme um pósitron é preciso concentrar certa quantidade de energia em um único ponto. Se houver condições adequadas, aparecerá não uma partícula mas um par delas, ambas formadas diretamente da energia; uma será sempre um pósitron, outra um elétron. Ou seja, partículas e antipartículas se formam sempre aos pares. Uma equilibra a outra. O processo inverso também é verdadeiro: se um elétron colide com pósitron, ambos se aniquilam mutuamente, e suas massas combinadas se liberam como energia, em forma de raios gama.

Se da energia pode-se produzir matéria, cria-se a grande esperança de que, enfim, será possível esclarecer a origem do Universo. No passado os astrônomos acreditavam que o Universo se formara a partir de uma reserva básica de massa, existente desde o princípio. Agora tem-se explicação mais satisfatória: supomos que a massa se formou, pouco a pouco, por meio de processos físicos. Não é necessário muita fantasia para imaginar que, logo após o Big Bang, a grande explosão que deu origem ao Universo, havia energia mais do que suficiente para produzir toda a massa hoje conhecida.

Uma conclusão se impõe: se é certo que, quando se cria matéria a partir da energia, sempre se cria uma quantidade igual de antimatéria, então o universo deve ser composto de ambas em quantidades iguais. Foi o que levou Dirac a fazer sua especulação sobre a existência de antiestrelas. A simetria entre matéria e antimatéria sugere que uma antiestrela ou uma antigaláxia teriam exatamente o mesmo aspecto que uma estrela ou uma galáxia comum. Ou seja, é perfeitamente possível que a nebulosa de Andrômeda, por exemplo, seja constituída de matéria ou antimatéria.

Em todo caso, a realidade mostra que as coisas não são assim tão simples. A partir dos anos 60, os cientistas começaram a entender melhor os acontecimentos relacionados com o Big Bang - e logo se deram conta de uma grande contradição. A fase inicial do Universo se caracterizou por um calor colossal e uma surpreendente uniformidade. O calor tornou possível o aparecimento de pares de partículas e antipartículas, que se juntaram formando uma espécie de sopa homogênea. Enquanto o Universo se dilatava e esfriava a grande velocidade, só havia um destino possível para esses pares de partículas e antipartículas: a mútua a destruição. Os pósitrons colidiram com os elétrons, os prótons com os antiprótons e os nêutrons com os antinêutrons. Sempre, o resultado foi uma explosão destruidora. Nessas circunstâncias, não poderia ter sobrevivido muita matéria, nem o Universo estaria cheio de átomos, mas de raios gama.

No entanto, não é assim: a matéria existe e os átomos estão em toda parte. Os pesquisadores trataram, então, de descobrir o mecanismo da natureza responsável pela separação de matéria e antimatéria, evitando aquela orgia de destruição. Nada conseguiram, mas os primeiros radio telescópios instalados a bordo de satélites artificiais permitiram descobrir que no Universo não há tantos raios gama como se imaginava.

Foram feitos, então, cálculos teóricos para saber quanta antimatéria poderia haver na Via Láctea que ainda não tivesse sido descoberta. Os pesquisadores partiram do fato de que também no vasto Universo objetos colidem ocasionalmente e que não existe espaço vazio, mas enormes quantidades de partículas de gás e pó. Sendo assim, ainda que só uma parte de nossa galáxia fosse constituída de antimatéria, haveria um constante cintilar de raios gama. Os resultados obtidos até agora não indicam que a Via Láctea possa ter mais do que uma milionésima parte de sua massa constituída de antimatéria.

Algo parecido ocorre nas demais galáxias: quando se chocam umas com as outras, verifica-se que são formadas de matéria e não de antimatéria. Se realmente existe, a simetria entre elas deverá aparecer num campo espacial maior do que o Universo conhecido. Neste, a antimatéria é uma raridade. Fica a pergunta: será que em algum lugar existe a antimatéria em grande quantidade? Por meio de sondas enviadas às camadas mais altas da atmosfera se descobriu que a Terra está exposta a um contínuo bombardeio de antiprótons, que chegam do Universo e formam parte da radiação cósmica geral. Mas eles não são indício de que existam antiestrelas, por exemplo. Como acontece nas refinadas instalações do acelerador de partículas do CERN, os antiprótons podem se formar, no Universo, a partir de partículas comuns, desde que ocorram entre elas choques muito violentos. Como os raios cósmicos são ricos em energia, devem produzi-los com facilidade quando atravessam o gás interestelar.

Para determinar a quantidade de antimatéria que há no Universo precisamos buscar núcleos de anti-hélio. Depois do hidrogênio, o hélio é a substância mais comum do espaço cósmico. Um único núcleo de anti hélio seria indício importante da existência de antiestrelas; formado por dois antiprótons e dois antinêutrons, trata-se de uma estrutura que não se constitui ao acaso.

Na busca de melhores resultados, os pesquisadores norte-americanos pretendem colocar em órbita, na próxima década, o Astromagi. Esse instrumento, a bordo de uma estação espacial, será equipado com ímãs supercondutores muito potentes e, por isso, capazes de desviar a trajetória das partículas super-rápidas. Assim, uma barreira de detectores será capaz de distinguir se determinado núcleo é formado de hélio ou anti-hélio: se os ímãs desviarem as partículas de hélio para a esquerda, desviarão as de anti-hélio para a direita.

Se a proposta for positiva e pudermos então dar como certa a existência de antiestrelas, também será certa a existência de antiplanetas, anticometas e anti tudo o mais. Podemos perguntar, a partir daí: o que aconteceria se um corpo com mais substância que um núcleo de anti-hélio penetra-se no Universo conhecido a altíssima velocidade? É provável que ao colidir com os corpúsculos de matéria produziria raios de energia e novos corpusculos, estes de antimatéria. Alguns deles poderiam chegar à Terra. O choque da antimatéria com o planeta produziria uma explosão equivalente à de uma bomba atômica. Teria sido isso que aconteceu no começo do século na região siberiana de Tunguska, de cuja destruição tanto se falou, sem que se pudesse descobrir o que realmente ocorreu? Teria sido esta a causa do desaparecimento dos dinossauros ou dos periódicos cataclismos que castigam a Terra?

Pesquisas recentes demonstraram que partículas microscópicas, procedentes do espaço, estão constantemente entrando na atmosfera terrestre. As que são suficientemente pequenas conseguem escapar da destruição, porque as forças de atração produzidas entre os átomos normais acabam formando uma barreira de proteção em torno da antimatéria. Supõe-se que essas antipartículas estejam carregadas eletricamente por ionização e assim fiquem expostas aos campos elétricos da atmosfera terrestre (por exemplo, os que se formam durante as tempestades).

Seriam as tormentas que acenderiam o pavio da explosão responsável pela destruição das antipartículas. A energia assim liberada tem o aspecto de uma bola vermelha e incandescente, que dura pouquíssimos segundos. Há muitas descrições dessas bolas que aparecem no meio de uma tempestade e desaparecem repentinamente, com um forte estampido. O fenômeno chama-se raio globular e é um mistério para os cientistas: ninguém até agora conseguiu reproduzi-lo em laboratório. É possível que no futuro se consiga relacioná-lo com a antimatéria.

Enfim, é muito pouco, quase nada, o que sabemos sobre a antimatéria - embora já possamos fabricá-la. Seguramente será mais prático produzir a antimatéria no espaço, pois ali existe o vazio necessário, e a gravidade não provoca problemas. A antimatéria é útil quando se precisa armazenar grandes quantidades de energia, com peso e volume ínfimos. Poderia ser utilizada para impulsionar veículos interplanetários, por exemplo. E poderia, sem dúvida, ser utilizada para a guerra. O Instituto de Investigação da Rand Corporation, nos Estados Unidos, já concluiu um estudo onde registra a possível aplicação da antimatéria em foguetes, armas lançadoras de raios e na alimentação de lasers de raios X. O estudo afirma que a tecnologia para isso poderia ser desenvolvida em cinco anos. Outros estudos patrocinados pela Força Aérea dos Estados Unidos, estão em curso, sob protestos da comunidade científica internacional.

Mas a investigação em torno da antimatéria, nos laboratórios civis, também avança rapidamente. Logo entrará em funcionamento, no CERN de Genebra, um novo sistema de conservação dos antiprótons que permitirá estudá-los com muito mais precisão. Até agora produziam-se antiprótons mediante choques de alta energia, o que os levava a se deslocar quase à velocidade da luz (300.000 quilômetros por segundo). Agora eles são submetidos a um aparelho chamado LEAR (sigla em inglês de Light Energy Antiproton Ring ou Anel de Antiprótons de Baixa Energia), que reduz consideravelmente essa velocidade. Domesticados, o antiprótons caem na chamada Armadilha de Penning, onde são continuamente atirados para a frente e para trás, por meio de campos magnéticos que evitam que eles se choquem com paredes.

É ali que se pode fazer experiências com eles. Por exemplo, comparar sua massa com a dos prótons, verificar se e como são afetados pela gravidade. Enfim, verificar se realmente matéria e antimatéria são simétricas, como sempre se acreditou. Já se passaram mais de 50 anos desde que o físico Paul Dirac apresentou ao mundo científico suas equações, mas as investigações sobre a antimatéria estão apenas começando.


ATENÇÃO — MATÉRIA COLETADA NO LINK:
http://super.abril.com.br/superarquivo/1988/conteudo_111015.shtml